EQUÍVOCOS NA SESSÃO SOLENE DE ANIVERSÁRIO DE TAGUATINGA

Quem organizou a cerimonia e formação da mesa principal na Sessão Solene da Câmara Legislativa em homenagem ao aniversário de 58 anos de Taguatinga, por pouco não complica a vida do deputado distrital Bispo Renato Andrade, um dos propositores do evento. O Bispo Renato, que quase entrou de gaito, se desculpou a tempo da confusão armada pelos organizadores.


CLÂ FARAJ
Mas, se depender de um grupo de cidadãos e cidadãs decepcionados e indignados, o descaso com várias lideranças de Taguatinga vai mesmo é para a conta da deputada distrital Sandra Fara, madrinha do administrador Ricardo Lustosa e principal culpada por sua presença no comando da cidade.

O que muita gente observou; No palco, a ausência da bandeira nacional, do Distrito Federal e a da aniversariante homenageada. No seu lugar, dois banners, alusivos aos distritais responsáveis pela proposta da Sessão Solene.
Na formação da mesa com 6 pessoas 4 eram evangélicas: um Bispo, um Pastor, uma Pastora e um Apostolo. Em uma cidade onde, menos de 10 dias atrás, foi realizada a maior festa católica do centro-oeste (Pentecostes), com a presença de 1 milhão de fieis nos três dias, a ausência de representantes católicos não foi apenas um erro, pareceu uma provocação.
 Com registro para o atraso da cerimônia, marcada para às 9 horas, mas que começou mesmo às 10:45. Fato raro em solenidades da Câmara Legislativa na gestão atual.

 A MESA PRINCIPAL
Mico mesmo pagou foi quem organizou a mesa principal. O cerimonial optou pela presença de um REPRESENTANTE da Fecomércio Fábio Carvalho (Que não mora em Taguatinga) e do Apostolo Fadi Faraj (que é apenas suplente de senador), e ignorou de forma truculenta a presença no recinto de vários taguatinguenses ilustres, presidentes de entidades de grande relevância histórica e valor social para a cidade como o Presidente da ACIT – Justo Magalhães, do Presidente da OAB SubSeção Taguatinga Dr. Lairson Bueno e outros.
Destaque-se que são entidades que deram o devido valor para a cerimônia com a presença de seus presidentes, ao contrário da Fecomércio que preferiu mandar o seu representante Fábio Carvalho, que, claramente incomodado, fez questão de observar que não era da cidade, como estivesse se desculpando.
Quanto ao Justo Magalhães, ficou claro que ele não fez parte da mesa principal porque, como é uma característica do atual presidente da ACIT, com certeza ele iria manifestar o descontentamento do empresariado local pelo descumprimento da Lei que obriga a Audiência Pública para implantação da mão inglesa em Taguatinga.

Mas foi um tiro no pé. O que o Clã Faraj conseguiu mesmo com estes equívocos foi unir a cidade. As lideranças comunitárias da cidade estão se organizando para preparar um evento que vai homenagear Taguatinga com a relevância que ela merece. E com a participação de verdadeiros e apaixonados taguatinguenses.

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