ESPETÁCULO DE DANÇA reconta história de Brasília nos palcos da Funarte


Após sucesso na primeira temporada realizada na cidade de Taguatinga, em junho de 2018, a Street Jam Cia. de Dança traz para o Plano Piloto o espetáculo Candangus – Dança e Concreto.
A produção apresenta uma homenagem à capital do país, cujo conjunto urbanístico modernista é Patrimônio Cultural da Humanidade.
 
Foto: Henri dos Anjos

Candangus – Dança e Concreto estará em cartaz nos dias 19, 20 e 21 de outubro, respectivamente sexta, sábado e domingo, sempre às 19h, na Sala Plínio Marcos do Complexo Cultural Funarte (Eixo Monumental).
A entrada é gratuita mediante 1 Kg de alimento. Classificação livre.

Com direção e coreografia de Giovanni Carvalho, a obra conta a história da capital brasileira por meio da dança e da música. O nome Candangus – Dança e Concreto faz uma relação entre o nome científico em latim da borboleta Ouleus Fridericus Candangus, endêmica do bioma cerrado, e o nome dos trabalhadores anônimos que construíram Brasília, os candangos. 
Os protagonistas do espetáculo interpretam por meio do Hip Hop, os candangos, que foram os verdadeiros guerreiros que vieram de todos os estados para erguer a nova capital. O Hip Hop sai das ruas para gritar às luzes da ribalta.

As coreografias são marcantes e mostram a construção de Brasília e seu entorno, fazem referência  a Juscelino Kubitschek e aos monumentos esplêndidos da capital federal. O espetáculo também explora as outras regiões administrativas, apelidadas de “cidades satélites”, ressaltando o Hip Hop, que saiu das periferias para os grandes centros urbanos.
Não fica de fora do espetáculo a Missão Cruls,que foi liderada por Louis Ferdinand Cruls, que partiu do Rio de Janeiro com a finalidade de demarcar a área do futuro Distrito Federal em 1892,e a lenda do sonho profético de Dom Bosco vislumbrando os paralelos onde Brasília estaria localizada. 

“Seguindo o plano urbanístico de Lúcio Costa,com a arquitetura de Oscar Niemeyer e a partir da vontade do presidente Juscelino Kubitschek de trazer para o centro do país a nova capital do Brasil, Brasília começou a ser construída e seus lindos monumentos são ilustrados abrilhantando o nosso cenário”,
Giovanni Carvalho
Direção e Coreografia.

“Contamos a história dos candangos tal como ela é. Eles foram deslocados para regiões afastadas do centro.  Foi aí que se criou a Campanha de Erradicação de Invasões (CEI). Era o início de Ceilândia que, mais tarde, se tornaria um dos mais importantes símbolos brasileiros da cultura Hip Hop no Brasil. E essa é nossa fonte inesgotável de inspiração”
Giovanni Carvalho
Direção e Coreografia.

O espetáculo contará com a participação especial do cantor MC Hadda, além de recursos audiovisuais e ação de acessibilidade, como intérprete de libras. Candangus – Dança e Concreto tem o patrocínio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal com recursos oriundos do FAC - Fundo de Apoio à Cultura.



SOBRE A STREET JAM CIA. DE DANÇA
A Street Jam Cia. de Dança foi criada e idealizada por Giovanni Carvalho no ano de 1999, sendo uma das maiores responsáveis pela difusão do Hip Hop no DF. Além de atuar em todo o Distrito Federal, a companhia já realizou apresentações em várias outras cidades, como Araxá (MG), Luziânia (GO), Goiânia (GO), Santos (SP), Cachoeira Paulista (SP) e Rio de Janeiro (RJ) - onde se apresentou no Canecão, em 2003 - e em Buenos Aires (Argentina), em 2012.
Em Brasília, se apresentou em uma das maiores salas de show da época, o Americel Hall, em dezembro de 2003, com transmissão nacional. Em 2008, a Cia. esgotou os ingressos da sala Martins Penna do Teatro Nacional com seu primeiro espetáculo: Täglich. Já em 2009 e 2010, o sucesso foi com a montagem Década.
A companhia desenvolve projetos de ações filantrópicas que atuam em vários âmbitos e faixas etárias, tais como aulas beneficentes, apresentações em hospitais e escolas públicas. Além disso, a Cia realiza o projeto Hip Hop Beneficente, arrecadando alimentos para instituições carentes.
Destaca-se, ainda, pelo desempenho em competições e mostras de dança, o que fez com que se tornasse referência na estética Hip Hop. Em 2013, idealizou o projeto Polos de Hip Hop Jam, com aulas gratuitas no Plano Piloto, Guará e Sobradinho.
 A Cia passou por uma temporada de estudos em São Diego (EUA), Nova Iorque (EUA) e Europa. Em 2017, ganhou o Prêmio Hip Hop da Secretária de Cultura do Distrito Federal e em breve irá ministrar aulas de Hip Hop no Centro De Dança do Distrito Federal em um projeto de ocupação.

SOBRE GIOVANNI CARVALHO
Professor e dançarino, começou seus estudos em danças urbanas no ano de 1993. Em 1999, formou a Street Jam Cia. de Dança, sendo o Diretor/Coreógrafo de apresentações e espetáculos da companhia. Como diretor e coreógrafo da Street Jam Cia de Dança: em 2008, compôs o espetáculo Täglich. Já em 2009 e 2010 , realizou o espetáculo Década, apresentado no Teatro Nacional Cláudio Santoro na Sala Martins Penna, atingindo a lotação do teatro pelos três anos consecutivos. Ministrou aulas na Europa, Espanha (Madrid e Barcelona) , Portugal (Aveiro)  e Estados Unidos  (Washington-DC) .Giovanni Carvalho foi responsável pela formação de vários dançarinos e professores de Hip Hop na cidade. Atualmente, ministra aulas de dança na academia Lá na Dança, além de outros colégios, academias, congressos e workshops.

SERVIÇO
Candangus – Dança e Concreto
Dias 19, 20 e 21 de outubro (sexta, sábado e domingo)
Local: Teatro Plínio Marcos do Complexo Cultural Funarte (Eixo Monumental)
Horário: 19h
Entrada franca mediante 1 kg de alimento não perecível
Informações: 2099-3080
Classificação livre

CERTIDÕES GRATUITAS PARA O CIDADÃO- Direito constitucional


Nos 12 anos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o órgão tem-se manifestado na direção de garantir o direito estabelecido no inciso XXXIV do artigo constitucional que trata dos direitos e deveres individuais e coletivos em decisões relacionadas a atos administrativos. 
 
Foto: Tasso Pinheiro/CNJ


Todo cidadão tem o direito de requerer as certidões necessárias à defesa de direitos e ao “esclarecimento de situações de interesse pessoal” e o artigo 5º da Constituição Federal assegura que o Estado fornecerá os documentos gratuitamente.

Em 2010, o Plenário do CNJ decidiu por unanimidade que certidões de antecedentes criminais deveriam ser expedidas gratuitamente pelos Tribunais de Justiça. Movida por um promotor público, a ação que resultou na decisão do CNJ questionava o custo de uma taxa de R$ 5,00, cobrada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) para emitir a certidão, requisito para ingressar no mercado de trabalho formal. À época, a Justiça de 13 das 27 unidades da Federação cobrava taxas, cujo valor variava entre R$ 1 e R$ 76,50, de acordo com o relator da matéria, o então conselheiro, Ives Gandra. 

Mesmo sem ser instado a se pronunciar a respeito, o órgão central de planejamento do Poder Judiciário também se manifestou pelo direito à petição. Em 2012, a Corregedoria Nacional de Justiça editou o Provimento n. 19, que tornava gratuita a “averbação” (reconhecimento) da paternidade para quem comprovasse falta de condições materiais para pagar pelo documento. O objetivo era incentivar o reconhecimento tardio da paternidade sem que a questão do dinheiro fosse um impeditivo. À época, havia 5,5 milhões de estudantes brasileiros sem o nome do pai na certidão do nascimento, de acordo com o Censo Escolar 2011.

Em 2016, a Lei n. 13.257 estabeleceu que nenhum cidadão deveria pagar “multas, custas e emolumentos” para receber qualquer registro ou certidão exigida para assumir a paternidade de um filho. A própria averbação da paternidade, mesmo que tardia, também passou a ser gratuita para todos, independentemente da renda da pessoa. Para se adaptar à nova legislação, em maio deste ano o CNJ estendeu a todos os cidadãos a isenção de pagamento para obter certidão de averbação de reconhecimento de paternidade. A decisão foi tomada durante a 33ª Sessão Virtual.
Com o Provimento n. 63/2017, da Corregedoria Nacional de Justiça o CPF pôde ser incluído gratuitamente inclusive nas certidões de nascimento, casamento e óbito emitidas antes da edição de 17 de novembro de 2017, data de edição do Provimento.  

Para o corregedor Nacional de Justiça, Ministro Humberto Martins, o Conselho Nacional de Justiça está sempre atento aos direitos dos cidadãos, inclusive quanto à isenção de taxas e emolumentos relativos aos serviços vinculados aos tribunais.
"O Provimento nº 63 estabeleceu a obrigatoriedade de inclusão do CPF nas certidões de nascimento, casamento e óbito. A inclusão deste importante documento nas certidões é feita de forma gratuita para o cidadão, dá maior segurança e aperfeiçoa o sistema brasileiro de registro de pessoas naturais”.
Ministro Humberto Martins
Corregedor Nacional de Justiça

TECNOLOGIA
O avanço tecnológico proporcionou mais economia ainda para o cidadão que precisa de uma certidão do Poder Judiciário. Desde 2011, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) emite certidões negativas (criminais e cíveis) no seu portal. Nos primeiros quatro meses do serviço, 69 mil documentos foram emitidos pela internet. A emissão virtual dos documentos poupou custos (e tempo) com deslocamento para os cidadãos que teriam de ir até o prédio da Central de Distribuição, em Cuiabá, e também para a Administração do TJ, que utilizou nesse período 300 quilos de papel a menos.

Agência CNJ de Notícias - Manuel Carlos Montenegro 



INTERVENÇÃO NA VIPLAN - DF não é responsável por dívida trabalhista


A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho afastou a responsabilidade do Distrito Federal pelo pagamento de créditos trabalhistas devidos a um ex-motorista da Viplan – Viação Planalto Ltda., empresa de transporte público coletivo que sofreu intervenção do governo do DF.



Os ministros aplicaram o artigo 31, parágrafo único, da Lei 8.987/95, que impede qualquer vínculo jurídico entre os empregados contratados pela empresa concessionária e o Poder que concedeu a autorização para a prestação de serviço público.

RESPONSABILIDADE
O motorista foi dispensado do emprego em fevereiro de 2014, durante a intervenção do Poder Público. Na reclamação trabalhista contra a Viplan, pedia que fosse imputada a responsabilidade subsidiária ao DF sobre as parcelas eventualmente deferidas pela Justiça, de modo que o ente da federação pagasse os valores não repassados pela Viplan após a condenação. 
Na sua defesa, o Distrito Federal sustentou que, segundo compromisso firmado com sindicatos e com o Ministério Público do Trabalho, o governo só ficou responsável por acertar com os empregados o 13° salário proporcional, as férias vencidas e proporcionais e a multa de 40% do FGTS.

INTERVENÇÃO
O juízo de primeiro grau e o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF-TO) condenaram a Viplan à multa devida em caso de pagamento das verbas rescisórias fora do prazo e reconheceram a responsabilidade subsidiária do DF pelo cumprimento da decisão. Segundo o TRT, o Distrito Federal se comprometeu a pagar os créditos trabalhistas e, com a intervenção, passou a gerir os bens e as atividades da Viplan.
No recurso de revista, a Procuradoria do DF alegou que a legislação não estabelece a responsabilidade da administração pública pelas obrigações trabalhistas quando ele assume o papel de interventor temporário. Outro argumento foi o de que o Distrito Federal praticou atos em nome da entidade que sofreu a intervenção, e não em nome próprio ou na condição de tomador de serviços.

CONCESSÃO
O relator do recurso, ministro Breno Medeiros, assinalou que o TST firmou entendimento de que, nos casos de intervenção, o ente público não pode ser responsabilizado pelos créditos trabalhistas devidos pela empresa concessionária, pois não é empregador nem há terceirização de serviços.
“Ao reconhecer a responsabilidade subsidiária do ente público quanto às obrigações trabalhistas inadimplidas pela empresa concessionária, o TRT violou o artigo 31, parágrafo único, da Lei 8.987 de 1985”.
Ministro Breno Medeiros
Relator do recurso

A decisão foi unânime.


ARTRITE PSORIÁSICA - Medicamento para o tratamento recebe aprovação


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) acaba de aprovar  a injeção de 80 mg/ml de Taltz® (ixequizumabe) para o tratamento de adultos com artrite psoriásica ativa.

A primeira indicação do medicamento no Brasil havia sido aprovada no primeiro semestre deste ano, quando pacientes com psoríase moderada a grave passaram a contar com uma terapia capaz de ajudar na remissão de até 100% das lesões da pele.

A segunda indicação de Taltz® (ixequizumabe) ocorre a partir de dois estudos, com cerca de 670 pacientes com artrite psoriásica, diagnosticados há pelo menos seis meses, e com, no mínimo, três articulações acometidas pela enfermidade.
A eficácia do medicamento foi comprovada a partir da redução de 20% da atividade da doença em 24 semanas.
No mesmo período (seis meses), os trabalhos com ixequizumabe mostraram que o ACR20 - critério adotado pela Associação Americana de Reumatologia para aferir a atividade da doença e a melhora geral do indivíduo no que se refere ao inchaço e à rigidez das articulações - teve quase o dobro de superioridade ao placebo (58% ante 30%), no SPIRIT 1, e perto do triplo no SPIRIT 2, com percentuais de 53% contra 20%, na mesma comparação, comprovando a eficácia do tratamento para a artrite psoriásica.
“A aprovação para o tratamento da artrite psoriásica, em um curto espaço de tempo, comprova as expectativas da companhia de apostar num medicamento seguro e eficaz que, verdadeiramente, pode beneficiar o paciente”.
Livia Gonçalves
Gerente Médica de Imunologia da Lilly.


DIA NACIONAL DE LUTA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA


Entre os dias 17 e 21 de setembro, das 9h às 17h, a sede da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, localizada no Edifício Parque Cidade Corporate, Setor Comercial, Sul, Quadra 9, receberá a exposição de três versões itinerantes do Memorial da Inclusão:
“Memorial da Inclusão: Os Caminhos da Pessoa com Deficiência”, “Grandes Nomes, Grandes Feitos” e “Cultura Popular e Diversidade Corporal no Folclore Brasileiro”.


As mostras contarão com descrição em braile e intérprete de libras.

Inaugurado em 2009, o Memorial da Inclusão está localizado na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência em São Paulo e tem o propósito de reunir em um só espaço fotografias, documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores oportunidades às pessoas com deficiências.

A mostra itinerante “Memorial da Inclusão: Os caminhos da Pessoa com Deficiência” é uma síntese do acervo que fica exposto de maneira permanente no Memorial da Inclusão. Já a exposição “Grandes Nomes, Grandes Feitos” homenageia em módulos acessíveis e sensoriais 12 personalidades brasileiras e internacionais que desenvolveram ações em diferentes áreas do conhecimento relevantes para humanidade.
A exposição conta a história de Stevie Wonder, Temple Grandin, Helen Keller, Dorina Nowill, Ludwig van Beethoven, Evgen Bavcar, Franklin Roosevelt, Henrietta Swan Leavitt, Maria de Lourdes Guarda, Homero, Cândido Pinto de Melo e Anita Malfatti. Todos os módulos disponibilizam leitura em braile, fonte ampliada, acessibilidade para pessoas com deficiência física e recursos sensoriais. A ideia é que pessoas com e sem deficiência possam fazer uma imersão na história de vida das personalidades por meio dos sentidos.]

A exposição “Cultura Popular e Diversidade Corporal no Folclore Brasileiro” conta com painéis com texto, xilogravuras e trazem histórias e personagens do folclore brasileiro como o Boitatá, Iara, Mula sem Cabeça, Saci, Curupira e “O Nascimento da Noite” e a “Lenda da Mandioca”. Todas as obras podem ser tocadas e contam com audiodescrição.

Serviço
Mostras Itinerantes do Memorial da Inclusão em Brasília
Data:  até o dia 21 de setembro
Horário: das 9h às 17h
Local: Sede da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Endereço: Edifício Parque Cidade Corporate, Setor Comercial, Sul, Quadra 9 - Brasília
Entrada gratuita


TROMBOSE - Imobilidade prolongada é a grande vilã


A trombose, caracterizada pela formação de coágulos sanguíneos (trombos) que podem impedir o fluxo sanguíneo, é responsável por uma a cada quatro mortes no mundo, sendo que uma pessoa morre em decorrência da doença a cada 37 segundos.


Entretanto, apesar da alta incidência, pouco se fala da principal causa da enfermidade, que é a imobilidade prolongada.

No Brasil, estima-se que cerca de 180 mil novos casos de trombose venosa ocorram a cada ano. Dentre os fatores de risco para a doença estão a idade, obesidade, uso de anticoncepcionais combinados, gravidez e pós-parto, câncer, fatores genéticos e a imobilização prolongada, seja devido a internações, traumas, cirurgias, fraturas ou viagens de duração acima de oito horas. Na verdade, a imobilização prolongada é um dos fatores de risco mais comuns de trombose no mundo.

Especialista explica que uma das melhores formas de prevenir a doença é se manter ativo, fazendo caminhadas frequentes ou mexendo as pernas a cada hora.

“Uma pessoa imobilizada, seja por qualquer causa, por mais de três dias, estará em um risco aumentado de sofrer trombose”, explica Suely Meireles Rezende, hematologista, professora do departamento de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e membro do conselho diretor da International Society on Thrombosis and Haemostasis (ISTH).

Para a Dra. Rezende, hoje, a nossa tendência é ficar mais imóvel, pois temos escadas rolantes, elevadores, controle remoto para tudo, entre outras facilidades. Assim, há uma diminuição natural dos esforços do dia a dia.
“O ideal é que as pessoas se movimentem e façam exercícios com as pernas a cada hora, especialmente se a pessoa trabalha muito sentada ou de pé imóvel. Este movimento pode ser uma simples caminhada para ir ao banheiro ou pegar uma água, por exemplo”.

Segundo estudo recente das universidades de Minnesota, Vermont e da Carolina4 do Norte, passar muito tempo vendo televisão dobra o risco do tromboembolismo venoso. Mas, obviamente, não é a televisão que ocasiona a trombose e sim os longos períodos de imobilidade.
Vale ressaltar que a incidência de trombose em crianças e adolescentes é bem mais baixa que em adultos e idosos, pois ela aumenta com a idade. Entretanto, temos vivenciado uma epidemia de obesidade também em crianças e adolescentes, o que pode elevar o risco de trombose nesta população quando aliado à maior imobilidade.

A trombose venosa ocorre mais comumente nas pernas ou no pulmão. Quando ocorre nas pernas, os sintomas mais comuns são dor no local onde a trombose está acontecendo com “inchaço” no local, acompanhado ou não por vermelhidão e aumento da temperatura no local. Os sintomas são progressivos, assim, na medida em que o tempo vai passando, a pessoa fica com a “batata da perna” ou coxa endurecida, dolorida e inchada. Mas é importante ficar alerta porque doença pode acontecer em qualquer lugar do corpo e, algumas vezes, ser pouco sintomática. Em alguns casos mais graves, a trombose pode se estender para a coxa, virilha e pulmões, levando a embolia pulmonar, que é um quadro potencialmente grave.

“O investimento em prevenção deve ser estimulado. Aos pacientes internados, é importante avaliar o risco de cada um em desenvolver trombose e, mediante um risco alto, deve-se receitar medicamentos anticoagulantes até que o paciente receba alta ou comece a andar. Para todas as pessoas recomenda-se andar e mexer as pernas frequentemente no seu dia-a-dia, mantendo-se ativo. Essa é a melhor forma de prevenir a doença”.
 
SOBRE A TROMBOSE
Existem dois tipos de trombose: a arterial - relacionada um coágulo sanguíneo que se ocorre em uma artéria; e a venosa - por coágulos que ocorrem em uma veia. Dentro desta categoria podemos destacar a trombose venosa profunda (TVP), por ser a mais comum, seguida pela embolia pulmonar. Os locais mais comuns para a formação de coágulos, neste caso, são as pernas.

CHÁ LITERÁRIO NO JK SHOPPING


No próximo dia 15 de setembro, sábado, o JK Shopping será palco do II Chá Literário.

Foto: Reporter Malu

O evento foi organizado pela Escola Classe 42 de Taguatinga, por iniciativa da diretora Rejane Freitas da Rocha.

Ao todo 629 alunos participarão de uma tarde cheia de encantos, criatividade e dedicação.
Carinhosamente batizado de “Pássaros têm asas. Homens têm livros”, o II Chá Literário irá reunir toda a comunidade escolar e possui como principal objetivo despertar e incentivar o gosto pela leitura.
Serão 4 horas com várias atividades, entre elas contações de histórias, apresentações de músicas e exposições de materiais confeccionados pelos alunos.




A escritora Débora Bianca Xavier Carreira, autora dos livros “A mala mágica da Filó”, “ O fio da história de Venceslau” e “ Historietas e amores”, estará presente como convidada especial em tarde de autógrafos.


As obras da autora já são bastante conhecidas pela comunidade escolar.


  
II CHÁ LITERÁRIO DA ESCOLA CLASSE 42 DE TAGUATINGA
15 de setembro de 2018 - 13h às 17h
Praça Central - JK Shopping 
Classificação: livre
Entrada: franca
Avenida Hélio Prates, QNM 34 – entre Taguatinga e Ceilândia

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