A SINUCA DE BICO DE FREJAT

O ex-secretário de Saúde Jofran Frejat, filiado ao Partido da República (PR) colocou o seu partido em uma verdadeira “sinuca de bico”, deixando o seu grupo politico sem saída.


Como amplamente divulgado em blogs políticos, Jofran comunicou na terça-feira dia 17 de julho ao presidente nacional do PR, Valdemar Costa Neto, que não iria mais concorrer ao Governo de Brasília nas eleições e outubro.

Jofran Frejat, que também já foi deputado federal, estava na cabeça de todas as pesquisas de intenção de votos para o GDF e era considerado até então o único concorrente com condições de impedir a reeleição de Rodrigo Rollemberg.

O motivo, de acordo com o próprio Frejat, é que ele não estaria disposto a continuar no pleito e no grupo politico por motivos que violariam os seus princípios.
O grupo de ex-secretário de Saúde é comandado por medalhões da politica local, famosos por estripulias pouco recomendáveis em exercício de cargos públicos, alguns com processos e impedidos de se candidatarem nas eleições 2018 por não estarem dentro das exigências da Lei da Ficha Limpa. A começar por Valdemar Costa Neto, envolvido em escândalos no passado, que informalmente, exerce o comando da legenda.
Este tipo de companhia dá ao eleitor o direito e a liberdade de imaginar o quão escabrosos e ilegais poderiam ser esses “motivos” que espantaram Jofran Frejat, que sempre foi conhecido no DF  como um homem de bons princípios.

SINUCA DE BICO
Se Jofran Frejat voltar atrás e decidir concorrer ao GDF?
O eleitor é livre para imaginar que o politico cedeu à tentação e enterrou os “motivos escabrosos” junto com os seus princípios.

Se a coalizão de que Frejat faz parte colocar outro medalhão em seu lugar?
O eleitor é livre para entender que este novo candidato não tem os mesmos “princípios” e aceitou os “motivos escabrosos” que arrepiaram os princípios do ex-secretário da Saúde e fizeram com que ele desistisse em concorrer ao GDF.

Dá para confiar em políticos de uma coalizão que tem praticas que obrigaram um homem de princípios a desistir de uma vitória quase certa na corrida ao GDF?
É lógico que o eleitor do Distrito Federal já percebeu que “neste mato tem cachorro”. Além de  toda esta situação ter colocado um enorme ponto de interrogação sobre essa coalizão, também despertou o eleitorado para a questão da probidade administrativa, quesito em que o atual governador Rodrigo Rollemberg está muito a frente dos outros concorrentes.

* Edvaldo Brito

OPERAÇÃO LIVRA LULA é desmantelada


No início da tarde do dia 8 de julho, domingo, o desembargador plantonista do TRF4, Rodrigo Favreto, acatou pedido da defesa de Lula e concedeu habeas corpus ao ex-presidente.



A medida garantiria a Lula liberdade até que os recursos contrários à condenação fossem julgados no Superior Tribunal de Justiça. No entanto, o relator da Lava Jato no TRF4, desembargador João Pedro Gebran Neto, após ser acionado pelo juiz Sérgio Moro, decidiu suspender o habeas corpus e manteve Lula na prisão.

Favreto fez parte da equipe do ex-presidente e trabalhou como sub-chefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil
O desembargador federal Rogério Favreto, que mandou libertar Lula da prisão, tem um vasto currículo de prestação de serviços ao Partido dos Trabalhadores, aos ex-presidentes Lula e Dilma, e ao ex-ministro José Dirceu.
Ele fez parte da equipe do ex-presidente e trabalhou como sub-chefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, com os ex-ministros José Dirceu e Dilma Rousseff.
Além disso, Favreto foi chefe da assessoria jurídica do Ministério do Desenvolvimento Social quando Patrus Ananias, do PT, era o ministro, e ainda passou pela Secretaria de Relações Institucionais e pelo Ministério da Justiça durante o governo Lula.
Antes, Favreto já havia prestado serviços ao PT quando foi assessor jurídico do ex-prefeito de Porto Alegre Tarso Genro.

A atitude do desembargador foi duramente criticada por juristas.

Segundo Ives Gandra Martins, que atua na área jurídica há seis décadas, nenhum juiz pode revogar decisão tomada por um colegiado. Isso porque Lula foi condenado em segunda instância no caso Triplex do Guarujá pelo colegiado do próprio TRF4 e a condenação foi homologada pelo colegiado do STF. Sendo assim, para Ives Gandra, o juiz plantonista não teria poderes para reverter a decisão das duas cortes.
Além disso, o jurista lembra que o juiz plantonista deve atuar em assuntos emergenciais e que o caso de Lula não se encaixa nessas características.

“O juiz de plantão ele existe para casos de emergência, para casos de urgência. Nesse caso, a matéria vinha sido discutida a mais de um ano. Não era o caso dele examinar. Segundo lugar, não cabe a um juiz monocrático, segundo decisões do CNJ, revogar decisão de um colegiado do próprio tribunal”.

Já o especialista em Direito Penal Leonardo Pantaleão afirma que a atitude do desembargador Rogério Favreto foi ilegal e o plantão que exercia não lhe dava poderes para soltar Lula.
Ele ressalta que o juiz de plantão não pode decidir em processos com relatoria definida pelo colegiado do tribunal, a exemplo do processo do ex-presidente petista.

“Esse assunto tem um relator sorteado no Tribunal Regional Federal. Por tanto, jamais poderia ter sido objeto de decisão. Exceto se ocorresse algum fato novo, o que não ocorreu no final de semana, que justificasse a movimentação do plantão judiciário. Então, inexistindo o fato novo, qualquer movimentação do plantão judiciário é absolutamente estranha aos ditames processuais penais vigentes”.




O juiz Sérgio Moro, responsável pelo caso na primeira instância da Justiça Federal, publicou despacho condenando a atitude do colega. Então, o relator do processo de Lula no TRF4, desembargador João Pedro Gebran Neto, derrubou o habeas corpus emitido por Favreto.

Fonte: Agência do Rádio -  João Paulo Machado / Cristiano Carlos

SEJA JUSTO COM TAGUATINGA!


*Justo Magalhães

A hora de decidir como serão os próximos quatro anos de Taguatinga está chegando


Saúde, segurança, educação, trabalho, transporte, acessibilidade e lazer devem estar na pauta de todo taguatinguense, quando for às urnas escolher quem vai representar e defender Taguatinga e fiscalizar o Governo do Distrito Federal na distribuição de verbas para a cidade.

Este é que será o momento e o grande ato de decidir, ou pela continuidade do descaso por Taguatinga ou para a renovação de nossos quadros políticos na Câmara Legislativa que todos pedem.
Sou um cidadão movido pela missão de trabalhar por Taguatinga, por tudo o que eu e minha família conseguimos aqui e pelo incentivo de várias lideranças da cidade, clubes de serviço e outras instituições e também pelos apelos, reclamações, denúncias e sugestões dos milhares de amigos que fiz durante a minha caminhada taguatinguense que comecei há mais de 58 anos, desde 1960.

Durante todos estes 58 anos de vida nesta cidade em que aprendi a amar como minha, conheci milhares de pessoas, convivi e convivo com suas esperanças. Ouvi suas sugestões, reivindicações e histórias de vida sofridas.
O que tem em comum a maior parte dos taguatinguenses com quem tenho tratado é uma profunda decepção. Uma grande revolta com o trato da coisa pública e o descaso com Taguatinga por parte dos políticos que eles elegeram e que só procuram a cidade em anos eleitorais.
Pessoas que foram enganadas por sorrisos, apertos de mãos e promessas que foram esquecidas logo após a posse na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Em vários destes contatos ouvi de muitas pessoas que todos os pré-candidatos são iguais e que depois de eleitos vão fazer como todos os outros. Vão sumir e se tornar inacessíveis.
Esta é uma das principais reclamações que eu ouvi de milhares de pessoas com quem tive o prazer de conversar ao longo dos últimos quatro anos, período em que a falta de carinho e respeito para com a cidade ficou ainda mais latente.

Não é para menos.
O taguatinguense deposita toda a sua confiança em um sujeito que entra na sua casa com a promessa de melhorar as coisas para Taguatinga, mas depois de se candidatar, ser eleito e tomar posse, vira “autoridade”. E nem mesmo se digna a visitar os locais de onde vieram os votos que o elegeram e não faz absolutamente nada pela comunidade que o elegeu.
E tem situações em que fico sensibilizado e aviva ainda mais o meu proposito de servir a minha cidade.

São os relatos de mães que saem de madrugada de suas casas e atravessam o Distrito Federal inteiro para trabalhar em Taguatinga, ou saem do trabalho daqui para outras cidades as altas horas da noite em ruas mal iluminadas e sem segurança.
Da mesma forma, é triste de ver jovens de talento tendo que abandonar os estudos para procurar subempregos.
É triste ver famílias perdendo filhos para o tráfico, por falta de incentivo, esporte, lazer ou em alguns casos, por falta de empregos dentro da área que escolheram para se profissionalizar, porque os legisladores distritais não lutam por leis que garantam incentivos para os empresários expandirem seus negócios.

E eu sei disto porque, como presidente da ACIT - Associação Comercial e Industrial de Taguatinga, diuturnamente escuto reclamações de empreendedores manietados pelo poder público.
Vivem acuados pela fiscalização insensível e sem sentido, sem poder avançar em seus negócios, com exigências impossíveis de cumprir impostas por toda esta burocracia e sem a defesa do legislador, do deputado distrital da Câmara Legislativa.
Onde estão os deputados distritais que vieram pedir os votos de Taguatinga nas eleições de 2014 e hoje não aparecem quando todas estas pessoas pedem socorro?

A hora do ajuste de contas para o taguatinguense está chegando!
Seja justo com nossa cidade! Vamos criar uma nova esperança para Taguatinga!
A nossa cidade exige e merece respeito!

*Justo Magalhães Moraes é empresário em Taguatinga.

É presidente da ACIT – Associação Comercial e Industrial de Taguatinga


ELEIÇÕES 2018 - Milhões rolando nas mesas e o povo pedindo voto impresso!


“Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades”
Cazuza.

* Por Christiane Couto
Em meio aos jogos da Copa do mundo, as negociatas em Brasília vão se concretizando.  Nas piscinas cheias de ratos, milhões e milhões de reais são despejados em troca de espaço na TV, dinheiro para campanha e cargos no futuro.  Todo ano eleitoral é assim... Copa primeiro para anestesiar, depois, engulam os eleitos escolhidos pelo establishment!



Alguns ainda estão deitados “eternamente em berço esplêndido”  mas outros tentam reagir: Pedem voto impresso, protestam em frente ao Congresso ou o STF, se filiam a partidos, saem candidatos, pedem intervenção militar... De várias formas tentam reagir, mas a realidade não muda. Não muda mesmo.
Aqui o poder emana da Esplanada como em um maremoto e atinge os guetos das cidades satélites através dos políticos e seus líderes comunitários, ou seus cabos eleitorais. Nessas eleições não está sendo diferente. O que vale é o tempo na TV, o bilhões do fundo partidário e é claro, os conchavos.

Cada Estado tem sua história política e seus poderes, fruto das capitanias hereditárias.
Aqui em Brasília a história dos maiores partidos do Brasil PMDB, PT e PSDB não refletem diretamente a realidade nacional. Considerando os últimos anos temos um personagem curinga: Cristovam Buarque.   O político era petista depois foi para o PDT, elegeu os dois últimos governadores de Brasília, de esquerda : Agnelo do PT em 2010 e Rollemberg do PSB em 2014. Todos eram muito amigos, hoje não são mais. Nos blogs, o comentário é que ele cisca em todos os galinheiros (partidos) para garantir sua vaga no senado.  Agora está sem apoio da esquerda e quer se reeleger à custa da direita. O fato é que, se nas eleições  anteriores ele deu carona, nessa ele está tentando pegar carona.

Rollemberg fez o pior governo de toda a história de Brasília, mas apesar da altíssima rejeição ele vem com “apoio” do PDT de Lupi agarrado na bóia furada de Ciro Gomes, porém, isso significa mais tempo na TV e dinheiro de fundo partidário. Isso faz tremer o chão da cidade, pois as outras campanhas embora tenham mais apelo popular, vão se deparar com o poder do dinheiro, o poder do conchavo, do toma lá dá cá.

Na segunda via temos o candidato mais plausível, o Jofran Frejat. Médico ficha limpa, Brasília já o conhece há muito tempo, mas é do PR, um partido que aqui em Brasília não é muito bem recebido por ser representado por figuras como Agaciel Maia, que é relacionado a nomes fichas sujas como José Sarney. Apesar disso, Frejat hoje é o nome mais aclamado pelo povo brasiliense.

O general Paulo Chagas do PRB entra na disputa do GDF com a força do apoio de Bolsonaro.  É um candidato forte pelo respeito e credibilidade que os militares têm diante da sociedade.  Representa a maioria daqueles que lotaram a Esplanada dos Ministérios indignados com tanta corrupção na política e conseguiram destituir Dilma PT da Presidência da República. Então, embora Paulo Chagas tenha pouco tempo na TV e pouco dinheiro pra campanha, a candidatura do general vem com muita força e não pode ser subestimada.

 Outra chapa é representada por uma mulher, uma candidata sem muita expressão política em Brasília, mas poderosa quando se trata de negócios por ser uma empresária bem sucedida.  Eliana Pedrosa do PROS tem contrato milionário com o GDF de Rolemberg e está sendo financiada por um investigado na Lava Jato e isso incomoda boa parte do PTB, partido do seu vice Alírio Neto. Esta é a razão do racha que há hoje no PTB de Brasília. Muitos não se sentem confortáveis em dividir o palanque onde existe dinheiro sendo investigado pela Lava Jato.

A esquerda dessa vez não tem representantes com peso político para disputar o GDF.
O único partido político que poderia encabeçar essa ala seria o PDT, mas atualmente não possui mais em sua legenda nomes fortes como o de Cristovam e Reguffe que nas eleições passadas estavam fortes e conseguiram ser eleitos, mas hoje estão em outros vôos... O PDT de Brasília não possui sequer um único nome com representatividade.  O Dep. Joe Vale, apadrinhado de Carlos Lupi, amigo de Dilma, que herdou o PDT de Brizola, mal consegue fazer um discurso e é desconhecido pela população brasiliense.

“Em tempos de eleições onde o fundo partidário determina quantos políticos cada partido irá eleger em cada Federação do Brasil, há a necessidade de separar o Joio do Trigo e agir com prudência. Existem pessoas boas no meio de tantas investigações de corrupção, desmandos e más gestões”.

Há décadas os brasileiros estão com as rédeas da política e do poder nas mãos, porque todo poder emana do povo e a forma mais democrática do povo exercer esse poder é através do voto.
Ultimamente não estamos podendo confiar nem nas urnas eletrônicas... Infelizmente o voto impresso, lei de 2015 foi enforcada pelo Supremo, mas nos resta ainda a esperança que as Forças Armadas acompanhem a auditagem dos votos.
Existem candidatos que não podem ser reeleitos de jeito nenhum! Existem candidatos que são paraquedistas e não podemos eleger e ainda existem aqueles candidatos que chegam com boas intenções e são merecedores do nosso voto e da nossa confiança!
Estes sim, precisamos identificar e apoiar,  mas isso será assunto da nossa próxima reflexão!

Abraços!



ELEIÇÕES 2018: TSE fixa critérios sobre limites de propaganda



Ao analisar dois processos em que se apontava a realização de propaganda eleitoral antecipada nos municípios de Várzea Paulista (SP) e de Itabaiana (SE) no pleito de 2016, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fixaram critérios sobre os limites de publicidade em campanhas.
O entendimento da Corte sobre o assunto ocorreu na sessão plenária nesta terça-feira,26 de junho. O julgamento foi retomado com o voto-vista do presidente do TSE, ministro Luiz Fux. 


Ele lembrou que o legislador fixou o pedido explícito de voto como caracterizador dessa modalidade de propaganda, e afirmou que a temática foi tratada legislativamente à luz da liberdade de expressão, da igualdade de chances e do indiferente eleitoral (atos que estão fora da alçada da justiça eleitoral).

A partir do conteúdo extraído dos debates jurídicos no colegiado, o ministro propôs a adoção de três critérios norteadores para casos semelhantes a serem eventualmente apreciados pela Corte.
O primeiro foi o de que o pedido explícito de votos caracteriza a realização de propaganda antecipada irregular, independentemente da forma utilizada ou da existência de gastos de recursos.
A segunda foi a de que os atos publicitários não eleitorais, ou seja, aqueles sem qualquer conteúdo, direta ou indiretamente relacionados à disputa, consistem nos chamados “indiferentes eleitorais” (fora da jurisdição dessa Justiça especializada).
Por fim, o presidente do TSE ponderou que os usos de elementos que classicamente são reconhecidos como caracterizadores da propaganda, desacompanhados de pedido explícito de voto, não ensejam irregularidades.
Com informações do TSE, reportagem, Storni Jr.

ASSASSINADO - Radialista paraense é terceiro comunicador assassinado em 2018


No último dia 21, mais um comunicador foi assassinado no Brasil.

Ao chegar para o trabalho no estúdio da rádio Pérola em Bragança (PA), o radialista Jairo Sousa foi alvejado a tiros por dois homens. 

Socorrido por vigilantes, o comunicador foi encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.Segundo portais de notícias locais, as investigações já se iniciaram, contando com quatro delegados da Polícia Civil. Imagens do circuito de monitoramento do local devem auxiliar na apuração do caso.

Jairo teve carreira diversa na mídia paraense. Atuou em emissoras do estado como a Rádio Educadora e Rádio Princesa e teve passagem pelo programa Cidade Alerta, da afiliada da TV Record em Bragança. Notabilizou-se pelas denúncias políticas e de crimes ligados ao tráfico nas cidades da região de Bragança, temas que continuava a abordar no Show da Pérola, programa diário que realizava na Rádio Pérola.

Em depoimento à polícia, a esposa de Jairo contou que ele vinha recebendo ameaças, informou o portal G1. Em contato feito pela ARTIGO 19, colegas de trabalho informaram que Jairo mencionava receber com frequência recados e avisos em tom de alerta por conta das pautas que realizava no programa. No dia do atentado ele não vestia o colete à prova de balas que costumava utilizar. Também contatada pela equipe da ARTIGO 19, a polícia se recusou a fornecer informações.

Jairo é o terceiro comunicador assassinado no país em 2018, o segundo na região Norte – Ueliton Brizon, jornalista de Roraima, foi morto em janeiro. A cifra já supera o número de ocorrências do ano anterior, quando dois comunicadores foram mortos por razões ligadas à profissão.

O crime acontece menos de dois meses depois de o Conselho Nacional de Direitos Humanos realizar uma audiência pública em Brasília sobre violência contra comunicadores. Na ocasião, além de novamente informar o Estado brasileiro sobre o problema, as organizações da sociedade civil presentes demandaram, mais uma vez, políticas concretas de enfrentamento das violações. A audiência contou com a participação de representantes de diversos órgãos públicos que se comprometeram a fortalecer ações de combate a esses crimes.


A ARTIGO 19 demanda às autoridades uma investigação célere do crime e que a atuação profissional de Jairo seja levada em conta como uma das linhas centrais da apuração. No Brasil, é alto o índice de impunidade dos crimes contra comunicadores. Não se pode deixar que mais este caso some-se à longa lista de casos de comunicadores que permanecem impunes.

Foto: Reprodução 






A ARTIGO 19 é uma organização não-governamental de direitos humanos que trabalha pela promoção da liberdade de expressão e informação. O escritório brasileiro é responsável pelos trabalhos da organização no país e na América do Sul.

12ª CONVENÇÃO BRASILEIRA DE HOSPITAIS será em Goiânia


Nos próximos dias 3 e 4, a capital goiana receberá um dos maiores eventos do setor saúde do país.

Gestores de hospitais e de estabelecimentos públicos e privados, profissionais, acadêmicos e empresas da área da saúde de todo Brasil debaterão gestão, inovação, transformação e evolução na assistência hospitalar.

A Federação Brasileira de Hospitais (FBH) e a Associação dos Hospitais do Estado de Goiás (AHEG), entidades que há cinco décadas atuam na defesa e direitos dos hospitais, clínicas e estabelecimentos de saúde do país, promovem nos próximos dias 3 e 4 (terça e quarta-feira) a 12ª Convenção Brasileira de Hospitais (CBH).
A estimativa do evento, considerado o maior do setor hospitalar no país, é de receber mais de mil congressistas de diversas partes do Brasil e cerca de 4.000 visitas profissionais à Área Expositiva.
A 12ª CBH acontece no Centro de Convenções de Goiânia (GO).

Considerada, entre as décadas de 70 e 80, a agenda mais importante do setor saúde no país, que marcou os debates e a construção de novos modelos para gestão e qualificação da assistência hospitalar, a Convenção Brasileira de Hospitais voltou a se firmar entre os eventos que concentram o que há de mais atual em discussão sobre a gestão hospitalar no Brasil, bem como o que há de mais inovador e tecnológico em exposição no mercado internacional.

Um dos propósitos da 12ª CBH é proporcionar encontros estratégicos entre as principais lideranças do setor, a exemplo de instituições, Governos, hospitais e empresários, para promover o diálogo, a troca de experiências e informações, que possibilitem maior qualificação e conhecimento para o setor saúde do país.
“O resgate deste evento tão importante também tem como objetivo aproximar mais as associações estaduais e, com isso, fortalecer o setor hospitalar. Nossa luta tem sido para ampliar a nossa representatividade em todo país e garantir as transformações necessárias para sobrevivência dos estabelecimentos de saúde e o aprimoramento dos serviços prestados à população”, explica o presidente da Federação Brasileira dos Hospitais (FBH), Luiz Aramicy Pinto.

PROGRAMAÇÃO
Além dos debates a serem proporcionados pelas palestras e mesas de discussão previstas nos dois dias de realização do evento, a 12ª CBH prevê ainda uma grande Área Expositiva com o que há de mais moderno e tecnológico em produtos e soluções para serviços hospitalares.
Para edição deste ano, o evento conta com as parcerias inéditas da United Business Media Limited (UBM – Brazil), empresa líder global em mídia de negócios e segunda maior promotora de feiras internacionais no mundo, bem como da Hospitalar, empresa organizadora da maior Feira de saúde da América Latina.

A abertura solene do evento acontece na terça-feira (3), às 8h, com uma grande discussão sobre o cenário atual e as perspectivas dos hospitais brasileiros. Ao todo, durante os dois dias de evento, serão realizadas 23 palestras, que incluem temas como “Turismo de Saúde”; “Modelos de remuneração hospitalar”; “Redução da judicialização através da tecnologia”; “Gerenciamento de leitos hospitalares”; “Gestão da comunicação hospitalar”; “Sistemas de integração nas redes hospitalares”; “Desenvolvimento da Gestão Hospitalar e do Setor Saúde”, “Perspectivas e desafios para gestão de Resíduos no setor saúde”; entre outros.

A Área expositiva é gratuita e estará aberta para participação do público em geral das 8h às 18h, mas é necessário realizar o credenciamento como visitante no site.
Já para participar das palestras, é necessário que o interessado (a) faça a sua inscrição pelo site https://www.convencaofbh.com.br/copia-informacoes-gerais e efetive a aquisição do seu ingresso para participar das apresentações.

“A intenção da 12ª Convenção Brasileira de Hospitais é convocar a integração, união e ampliação da classe, para cuidarmos da saúde dos Hospitais para que eles cuidem da saúde das pessoas, pois nenhuma instituição privada é de maior interesse público do que um hospital privado”, reforça o presidente da Federação Brasileira de Hospitais.

Sobre a FBH
A Federação Brasileira de Hospitais é uma entidade associativa, sem fins lucrativos, composta por 16 associações regionais, que há mais de 50 anos representa o setor hospitalar brasileiro. Membro titular na Câmara de Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), presença constante junto à Anvisa e ao Ministério da Saúde, a FBH participa das principais decisões do setor, lutando por melhores condições de trabalho para as empresas que representa e pela qualidade dos serviços prestados pela rede privada de saúde.
Uma grande bandeira de luta da Federação é a redução da carga tributária no setor saúde. A FBH propõe a desoneração de alguns impostos que incidem sobre a receita para reduzir os encargos, melhorando, assim, a negociação do reajuste das tabelas do SUS e dos Planos de Saúde.

Sobre a AHEG
A realização da 12ª Convenção Brasileira de Hospitais conta com o apoio e parceria da Associação dos Hospitais do Estado de Goiás – AHEG, que em 2018 comemora os seus 50 anos de fundação. A AHEG é uma das maiores associações do país e representa mais de 300 associados, atuando na defesa e direitos dos hospitais, clínicas e estabelecimentos de saúde do estado de Goiás.

Sobre a UBM
A United Business Media Limited (UBM – Brazil) é a maior empresa organizadora de eventos B2B no mundo. A empresa está presente em mais de 20 países e atende a diferentes setores da Indústria. No Brasil, atua nos setores da saúde, logística, ingredientes alimentícios, construção civil, construção naval e metroferroviária. Essa rede de relacionamento global, especializada, de pessoas apaixonadas e líderes de eventos oferece oportunidades únicas para que os empresários alcancem suas ambições.

Sobre a HOSPITALAR
A Hospitalar é a maior feira de saúde da América latina. Na edição de 2017, o evento mobilizou, durante os quatro dias de Feira, cerca de 90 mil visitas profissionais de mais de 70 países e de todos os estados brasileiros, e além disso, recebeu mais de 1.200 marcas expositoras de 36 países. A Hospitalar também é a parceira na realização da 12ª CBH.

A 12ª CBH conta com os patrocínios da NPH Medical; Medi Saúde Hospitalar; Metahospitalar; Alfamed - Sistemas médicos; Baumer; BrasilVida; dbm-Contact Center; Dinatec; MV; Samtronic; SOLUTI; Unimed Goiânia; e Vega Hospitalar.

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