LISTA TRÍPLICE - A nova febre politica que está atacando o DF


Desde que o governador eleito Ibaneis Rocha anunciou que vai nomear os futuros administradores regionais a partir de uma lista tríplice com indicação da comunidade, o clima de período de eleição teve uma prorrogação no Distrito Federal.

Em todas as cidades, vários candidatos (cerca de 60 só em Taguatinga) já se apresentaram fazendo as suas campanhas. Cada um, segundo eles mesmos, melhor e mais preparado que os seus concorrentes e com muito mais amor por sua cidade.
Para Taguatinga, fica aqui a torcida para que o escolhido seja um dos eternos críticos de plantão dos administradores que já passaram pela função.
Vai ser interessante ver como vai se comportar esse pessoal que gosta de “atirar pedras” depois que virar “vidraça”.


É fato notório que a função de Administrador Regional das cidades do DF perdeu o seu glamour.
Sem orçamento, sem recursos e dependendo dos outros órgãos da administração pública para realizar um trabalho satisfatório, só sobra para o Administrador Regional mesmo atuar como um para-raios para o governo distrital nas suas medidas impopulares.

Em Taguatinga, cidade que já foi conhecida pelo bairrismo de sua população (mas que, apesar do grande colégio eleitoral, não conseguiu eleger um deputado distrital) é quase impossível a unanimidade na aprovação popular aos administradores em exercício.

Como exemplo, o caso da atual administradora da cidade, Karolyne Guimarães, que apesar do excelente trabalho que vem realizando, sofre ataques até pessoais dessa turma que gosta de “atirar pedras”.
Entre os candidatos a Lista Tríplice (candidato a ser candidato), vários exemplos de falta de civilidade, sexismo, misoginia e até machismo por parte de alguns que insistem na velha prática de fazer campanha destruindo a imagem dos outros.
Em um desses ataques, um desses “candidatos”, em áudio postado nas redes sociais agrediu e ofendeu de forma desrespeitosa, desproporcional e machista a atual administradora, sob o pretexto de denunciar uma invasão de calçada por um bar na Praça do DI.
É a famigerada e desprezível prática que faz da política um recurso para gente sem ética e que espanta as pessoas de bem.

Em outro caso, um prefeito comunitário da cidade, cujas maiores proezas são posar para fotos em obras realizadas por outros e bajular candidatos eleitos, se mobiliza também com a prática da velha política de atacar e denegrir os outros.

Sobre a possibilidade de um desses “candidatos” ser escolhido, bem disse em um comentário nas redes sociais, um ex-administrador de Taguatinga João Eustáquio Correia:
“Vão ver o que é bom pra tosse. Sem autonomia e sem recursos. Só efeito decorativo”.

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