TOKARSKI – O conciliador do Governo de Brasília

Quando assumiu, em outubro de 2015, a Secretaria de Relações Institucionais e Sociais do DF (SARIS), o então Administrador do Plano Piloto Igor Tokarski, recebeu a missão de tornar mais dinâmico e assertivo o ambiente de negociações entre o governo de Brasília e as diversas instâncias da sociedade civil.



Tendo sido responsável também pelas relações com a Câmara Legislativa do DF, com cerca de 60 projetos aprovados junto aos Deputados Distritais, negociar com os representantes dos movimentos sociais, lideranças comunitárias, organizações de sociedade civil e até mesmo dos sindicatos e do setor produtivo, uma tarefa árdua, tanto pela diferença de posicionamento, urgência e interesses de cada um, quanto pelas possibilidades existentes dentro do ambiente governamental, se tornou um desafio diferente. 
Sob seu comando, a Secretaria ganhou visibilidade e o Governo passou a receber mais respostas positivas de seus demandantes. Mais que um bom negociador, Tokarski traz consigo responsabilidade social e apreço aos cidadãos no seu trabalho. Democratizar as discussões sobre políticas públicas, integrando lideranças comunitárias e populares, juventude e movimentos sociais neste cenário, foi o primeiro passo.
 Por entender que novos modelos de gestão envolvem também cooperação, uma das primeiras realizações da Secretaria foi a criação do Portal do Voluntariado, a principal ferramenta do programa Brasília Cidadã, que trouxe resultados expressivos para a cidade e se mostrou bastante acertado.
Hoje já são mais de 12 mil voluntários em 239 projetos e ações, que doaram quase 450 mil horas de trabalho para fazer o bem.



Focada no desenvolvimento de Brasília, a SARIS promoveu a retomada das atividades do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do DF (CDES), que é um importante instrumento de auxílio direto do Governador na tomada de decisões e no acompanhamento de pautas importantes para o DF.




Quando perguntado sobre as ações de sua Secretaria que mais impactaram diretamente sobre a população, Igor nos fala sobre Plano de Inclusão Social e Econômica dos Catadores e também sobre a Coleta Seletiva Solidária: 
“Precisamos de uma cidade mais preocupada com o bem-estar do cidadão e responsável com o meio ambiente. Envolvemos 35 associações e cooperativas debaixo de um mesmo projeto, o que beneficiou mais de 5.000 catadores e valorizou a sua atuação. Nos órgãos de governo, implantamos a Coleta Seletiva Solidária, que atinge diretamente mais de 110.000 servidores públicos e prestadores de serviços, não só para dar a destinação correta aos resíduos recicláveis, como também para reduzir o lixo produzido”.

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